
O melhor detector é o que combina com o ambiente e com o risco. A escolha deve considerar o que tende a surgir primeiro em um incêndio naquele local e o que existe ali normalmente, como poeira, vapor, fumaça de processo ou grande altura.
| Tipo | O que identifica | Costuma ser avaliado para | Atenção |
|---|---|---|---|
| Pontual de fumaça | Partículas de fumaça em um ponto | Escritórios, corredores e áreas técnicas | Poeira e vapor podem atrapalhar |
| Temperatura | Calor ou aumento de temperatura | Locais em que fumaça e vapor fazem parte da rotina | Pode responder depois de um detector de fumaça em alguns cenários |
| Linear de fumaça | Fumaça ao longo de um feixe | Galpões e coberturas altas | Exige alinhamento e atenção a obstruções |
| Por aspiração | Amostras de ar coletadas por tubulação | Data centers e áreas de alta criticidade | Precisa de projeto e testes da tubulação |
| Chama | Radiação da chama | Riscos com líquidos e gases inflamáveis | Precisa de campo de visão adequado |
A tabela é orientativa e não substitui o projeto da edificação.
Quando a IT 19/2025 aponta detecção linear
Em SP, a instrução pede tecnologias de detecção linear em locais onde a altura da cobertura prejudica os detectores, ou em pontos em que não se recomenda instalá-los sobre equipamentos.
Entre forros e pisos falsos também contam
Quando a detecção é exigida, a IT 19/2025 pede detectores em entreforros e entrepisos que contenham instalações com materiais combustíveis. Esse detalhe pode passar despercebido em uma análise rápida.
Como evitar a escolha errada
- Faça o levantamento em campo, durante a operação real.
- Registre fontes de poeira, vapor, calor e fumaça.
- Confirme compatibilidade entre detector e central.
- Planeje acesso para teste e limpeza.
Solicite um orçamento de detecção para os ambientes da sua empresa.



